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Se Te Castigo É Só Porque Eu Te Amo
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Movimentos Automáticos
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Da importância de criar Mancuspias
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O Tempo de Eduardo Dias
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amilcar11

© Helô Espada

Nascido em Tubarão, SC, Amilcar Neves formou-se em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina. Começou a publicar com 15 anos de idade. Participa de diversas coletâneas e ganhou prêmios literários no Brasil e no exterior. No momento (2012), assina crônicas às quartas-feiras no jornal Diário Catarinense, de Florianópolis, cidade em que reside. De sua autoria já saíram os livros O Insidioso Fato - algumas historinhas cínicas e moralistas (contos, 1979), Dança de Fantasmas (contos de amor) (contos, 1984), Movimentos Automáticos (novela, 1988), Relatos de Sonhos e de Lutas (contos, 1991), Pai Sem Computador (novela juvenil, 1993), Da Importância de Criar Mancuspias (crônicas, 2005), O Tempo de Eduardo Dias - tragédia em 4 tempos (peça de teatro, 2005, com Francisco José Pereira) e Se Te Castigo É Só Porque Eu Te Amo (peça de teatro, 2010).

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Nascimento

Tubarão, Santa Catarina, em 24 de abril de 1947

Dados Biográficos

  • Casado com Maria Vitória desde 1970
  • Pai de Amilcar Filho (1971), Maria Alice (1973) e Lúcia Helena (1978)
  • Curso de graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, de 1965 a 1969 (5 anos)
  • Professor em escolas de 2º grau de Florianópolis (Geometria Descritiva, Física e Manutenção Mecânica de Equipamentos) de 1968 a 1970 (3 anos)
  • Curso de pós-graduação em Fabricação pela Universidade Federal de Santa Catarina em 1970.
  • Professor na Universidade Federal de Santa Catarina (Geometria Descritiva e Termotécnica) em 1970 (1 ano)
  • Analista de Sistemas em empresa multinacional de informática (IBM Brasil Ltda.), em Curitiba, Londrina (PR) e Florianópolis, de 1971 a 1992 (21 anos)
  • Diretor de Artes da Fundação Catarinense de Cultura, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura e Comunicação Social, de janeiro a maio de 1995
  • Assessor da Presidência das empresas Exa Direct e Exa Comércio Exterior, em Florianópolis, de agosto a outubro de 1995
  • Diretor de Mercado e Operações da empresa Exa Comércio Exterior, em Florianópolis, de outubro de 1995 a outubro de 1996 (1 ano)
  • Vice-Presidente da empresa ExaWorld Card Division, em Florianópolis, de outubro de 1996 a fevereiro de 2001 (4 anos)
  • Sócio e fundador, em 02.04.2001, da empresa Texto Consultoria e Planejamento Ltda., com sede em Florianópolis, SC
  • Consultor do IEL/SC – Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina, integrante do Sistema FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, de março a agosto de 2001
  • Consultor da Assessoria de Comunicação e Marketing do Sistema FIESC de agosto de 2001 a abril de 2002
  • Assessor do Diretor de Assuntos Institucionais da FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina de abril de 2002 a janeiro de 2003 (data de término do contrato de prestação de serviços com a Texto Ltda.)
  • Sócio e fundador, em 07.02.2009, da empresa TECC Editora Ltda., com sede em João Pessoa, PB
  • Escritor

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Participação em Entidades
Presidente da UET – União Estudantil Tubaronense (entidade dos estudantes de segundo grau de Tubarão, SC) em 1964
Presidente da Associação Catarinense de Escritores de abril de 1985 a março de 1986
Conselheiro do Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina de 11 de agosto de 1993 a 31 de agosto de 1995, presidente da Câmara de Letras e membro da Câmara de Artes Cênicas e Cinematográficas do mesmo Conselho
Conselheiro do Conselho Gestor do Espaço Cultural Embratel, em Florianópolis, de 30 de setembro a 31 de dezembro de 1998
Vice-presidente da UBE/SC – União Brasileira de Escritores, seção Santa Catarina, eleito em 28 de maio de 2007
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Publicações na Imprensa
Artigos e crônicas (mais de 600) publicados nos principais jornais do Estado de Santa Catarina a partir de 1978; desde dezembro de 2004 escreve às quartas-feiras no caderno Variedades do jornal Diário Catarinense, de Florianópolis; desde setembro de 2008, quando foi lançado o primeiro número, publica crônicas na Revista do Avaí Futebol Clube, de Florianópolis
Contos e novelas publicados em revistas especializadas e suplementos literários do País desde 1978
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Livros Publicados
O insidioso fato – algumas historinhas cínicas e moralistas, contos, Florianópolis, UDESC/Editora, 1979, 86 pág. – esgotado
Dança de fantasmas (contos de amor), contos, Florianópolis / Porto Alegre, FCC Edições / L&PM Editores, 1984, 106 pág. – esgotado
Movimentos automáticos, novela, São Paulo / Florianópolis, Massao Ohno / Associação Profissional de Escritores de Santa Catarina, 1988, 80 pág.
Relatos de sonhos e de lutas, contos, São Paulo, Editora Estação Liberdade, 1991, 112 pág.; 2ª ed.: Rio de Janeiro, Editora Record, 2007, 144 pág.; 3ª ed.: 2007; 4ª ed.: 2007
Pai sem computador, novela juvenil, São Paulo, Atual Editora, 1993, 74 pág.; 2ª ed.: 1993; 3ª ed.: 1995; 4ª ed.: 1997; 5ª ed.: 1998; 6ª ed.: 1999 – esgotado
O tempo de Eduardo Dias – tragédia em 4 tempos, teatro, co-autoria com Francisco José Pereira, Florianópolis, Editora Garapuvu, 2005, 112 pág.
Da importância de criar mancuspias, crônicas, Florianópolis, Editora Garapuvu, 2005, 160 pág.
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Livros indicados para vestibular
Relatos de sonhos e de lutas, contos, Concursos Vestibulares 2008, Verão e Inverno, da UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina, Santa Catarina
Relatos de sonhos e de lutas, contos, Concurso Vestibular 2008 da UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis
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Livros com apoio de editais públicos ou leis de incentivo à Cultura
O tempo de Eduardo Dias, teatro, em coautoria com Francisco José Pereira e apoio do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, Lei 10.929, de 23 de Setembro de 1998, Projeto PFCC 1208-039, aprovado em 2003
Da importância de criar mancuspias, crônicas, com o apoio do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, Lei 10.929, de 23 de Setembro de 1998, Projeto PFCC 1205-030, aprovado em 2003
PCC – Pequenas crueldades cotidianas (Histórias de adolescentes para gente grande, entre Outras), contos, com o apoio da CPC – Comissão Permanente de Cultura da Prefeitura Municipal de Florianópolis, Lei 3.659, de 5 de dezembro de 1991, Projeto 0053-2003, aprovado em 2003 – projeto não executado devido à necessidade de concentrar esforços, tempo, energia e atenção aos processos judiciais sofridos por causa do livro O tempo de Eduardo Dias
Santa Luzia de Serra Acima, romance, com o apoio do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, Projeto aprovado em janeiro de 2006 – projeto não executado devido às mudanças de critério para administração e liberação de recursos pelo governo do Estado, o que tornou temerário realizá-lo especialmente depois das críticas públicas feitas pela Imprensa contra a intenção do Executivo de privatizar, entre outros, o Teatro Álvaro de Carvalho e a Biblioteca Pública do Estado de Santa Catarina
Se te castigo é só porque eu te amo, teatro, vencedor do Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, promoção da Fundação Catarinense de Cultura e do Conselho Estadual de Cultura, aprovado no Segmento Letras – Publicação em 2009
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Processos judiciais
Três processos movidos contra os dois autores de O tempo de Eduardo Dias – tragédia em 4 tempos e contra a editora do livro pela sobrinha de um historiador citado na peça e pelo neto de um pintor dela feito personagem coadjuvante, exigindo a suspensão do lançamento da obra (liminar concedida), a proibição da sua venda até que sejam alterados ou suprimidos os trechos considerados ofensivos, um pedido público de desculpas e indenizações por danos morais e à personalidade sofridos pela sobrinha, pelo neto e pelas memórias do historiador e do pintor, já falecidos; os fatos ofensivos narrados no livro ocorreram, respectivamente, em 1941 e 1919; processos em andamento na Comarca da Capital, SC, com uma sentença de condenação já exarada em junho de 2007, referente ao processo movido pelo neto do pintor sobre os acontecimentos de 1919, da qual se recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
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Participações
Antevéspera de Natal, conto, in “Contistas e cronistas catarinenses”, Florianópolis, Editora Lunardelli, 1979, 208 pág.
Operário padrão, Gafanhotos e Enobrece e dignifica, contos, in “Contos e poemas”, Florianópolis, Fundação Catarinense de Cultura, 1980, 160 pág.
João Batista Nogueira, chofer de táxi, conto, in “21 dedos de prosa”, Florianópolis, Edições Cambirela / Associação Catarinense de Escritores, 1980, 120 pág.
Movimentos automáticos, novela, in “4 novelas eróticas”, São Paulo, Status / Editora Três, 1983, 162 pág.
Filho, conto, in “Este mar catarina”, Florianópolis, Editora da UFSC, 1983, 156 pág.; 2ª ed.: 1984
Tratamento de canal, conto, in “Este humor catarina”, Florianópolis, Editora Lunardelli, 1985, 214 pág.
Home, sweet home, fragmento de novela, in “Contemporary Brazilian Literature”, Boulder (EUA), University of Colorado, 1986, 54 pág.
O imprevisível Pavão ou A revolução vista do aeroporto, conto, in “Coletânea de contos do Prêmio Jorge Andrade”, Barretos (SP), Academia Barretense de Cultura, 1989, 166 pág.
Morro do Mocotó, fragmento de conto, in “Presença da literatura catarinense”, Florianópolis, Editora Lunardelli, 1989, 264 pág.
Cíntia, por Sôlfi, conto, in “Noite na taverna”, São Paulo, Atual Editora, 1992, 94 pág.; 2ª ed.: 1993; 3ª ed.: 1993; 4ª ed.: 1994; 5ª ed.: 1995; 6ª ed.: 1995; 7ª ed.: 1996; 8ª ed.: 1997; 9ª ed.: 1998; 10ª ed.: 1998; 11ª ed.: 1998; 12ª ed.: 1999
A Ilha na imaginação, fragmentos de novelas, in “Numa Ilha”, Florianópolis, Fundação Cultural Prometheus Libertus / Editora Noa Noa, 1993, 50 pág.; 2ª ed.: 1993, 70 pág.
Steak au poivre, conto, in “2ª coletânea de contos do Prêmio Jorge Andrade”, Barretos (SP), Academia Barretense de Cultura, 1993, 180 pág.
Ester, conto, in “Contos e poemas inéditos”, Viçosa (MG), Academia de Letras de Viçosa, 1993, 338 pág.
Dia de Independência, conto, in “Flagrantes do cotidiano”, Florianópolis, Fundação Franklin Cascaes / Editora Letras Contemporâneas, 1994, 120 pág.
Nunca te vi tão formosa, Firenze, crônica, in “Concurso literário cidade de Criciúma”, Criciúma (SC), Fundação Cultural de Criciúma, sem data, 130 pág.
O caminho de volta da figueira, conto, in “Este amor catarina”, Florianópolis, Editora da UFSC, 1996, 302 pág.
Um baile de carnaval como nos velhos tempos, conto, in “Contos de carnaval”, Florianópolis, Garapuvu Editora, 1997, 134 pág.
Híper ou A morte de Vera Regina (uma novela macroeconômica), conto, in “Sete estações da loucura”, Florianópolis, Editora Garapuvu, 1998, 84 pág.
Pedofilia, quase, conto, in “Círculo de mistérios”, Florianópolis, Editora Garapuvu, 2000, 258 pág.
Uma grande esfera toda e sempre branca e imaculada, conto, in “Antologia de conto 1990″, Belo Horizonte, Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte, 2000, 308 pág.
Uma grande esfera toda e sempre branca e imaculada, conto, in “Nossos melhores contos”, Florianópolis, Editora Garapuvu, 2003, 232 pág.
Verônica na Praça, crônica, in “Prêmio Franklin Cascaes de Literatura/2003″, Florianópolis, Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, 2004, 176 pág.
Resoluções de Natal, conto, in “Especial Cronópios de Natal”, São Paulo, Cronópios: www.cronopios.com.br, 2005
Gastoni & Vinhas, conto, in “Revista da Literatura Brasileira”, São Paulo, 2006, 48 pág.
Para que esta data não passe em branco: 01.01.79, Sobre Dalton, O celular, crônicas, e Galera um, conto, in “Revista da Academia Catarinense de Letras” nº 21 – ano 2006, Florianópolis, 2007, 284 pág.
Batalha, conto, in “Nem sempre foi assim – contos dos anos de chumbo”, Florianópolis, Editora Garapuvu, 2007, 88 pág.
Cíntia, por Sôlfi, fragmento de conto, in “Língua Portuguesa – linguagens, códigos e suas tecnologias (caderno do professor, ensino fundamental, 5a série, 1obimestre)”, São Paulo, Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, 2008, 50 pág.; 2a ed.: 2009
Uma noite de profunda insônia solitária, conto, in “13 Cascaes”, Florianópolis, Fundação Franklin Cascaes Publicações, 2008, 112 pág.; 2a ed.: 2009
Do Pico para as bordas distantes do Atlântico, conto, in “Magma” número sete, Lajes do Pico, Açores, Portugal, Câmara Municipal das Lajes do Pico, 2008, 148 pág.
Cíntia, por Sôlfi, fragmento de conto, in “Língua Portuguesa – linguagens, códigos e suas tecnologias (caderno do aluno, ensino fundamental, 5a série, volume 1)”, São Paulo, Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, 2009, 50 pág.
Veronica in piazza, crônica, in “Il Brasile per le strade”, Itália, Azimut, 2009, 160 pág.
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Traduções de textos do autor
Home, sweet home, por Catherine Pass, fragmento de novela (Movimentos automáticos), 1986, in “Contemporary Brazilian Literature”, EUA
Fascinación, por Juan Andrés Ordóñez, conto (Fascínio), in revista “Plural” nº 209, febrero de 1989, México
Fragmentos, por Ángeles Godínez, conto (A maior e mais completa e servil escravidão), in revista “Plural” nº 239, agosto de 1991, México
Una gran esfera toda y siempre blanca e inmaculada, por Arsenio Cicero Sancristóbal, conto (Uma grande esfera toda e sempre branca e imaculada), in “Revista Casa de las Américas” nº 184, julio-septiembre 1991, Cuba
Marina, que también podría llamarse Flora, por Raúl Fitipaldi, crônica (Marina, que também podia se chamar Flora), in Desacato Noticias,http://www.desacato.info/index.php?id=1111&mod=noticia, 28 de maio de 2008, Internet
Veronica in piazza, por Silvia Marianecci, crônica (Verônica na Praça), 2009, in “Il Brasile per le strade”, Itália
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Cinema
As diversas mortes de Adélia, curta-metragem em vídeo, 18 minutos, produção da TVi – Televisão e Cinema, Florianópolis, 2003, direção de Chico Caprario, roteiro de Marcelo Esteves, com Débora Puel, Sandro Maquel e Renato Turnes (primeira exibição pela RBS TV Santa Catarina em 06.12.2003), baseado no conto “As diversas mortes de Adélia, todas por amor (do amor vário)”
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Concursos
Concurso Estadual de Contos “Prêmio Virgílio Várzea” de 1978, Secretaria de Educação e Cultura de SC, 3º lugar para os contos Operário padrão, Gafanhotos eEnobrece e dignifica
II Concurso Literário UFSC (1981), Universidade Federal de SC, 2º lugar para os contos Buenos Aires ou Joinville, que diferença faz?, Guilhermando Canceira, o perfeito e Eu, absoluto e único
Prêmio Fernando Chinaglia de 1981, União Brasileira de Escritores (RJ), menção especial para o livro de contos inédito O imprevisível Pavão – pequenas tragédias absolutas e únicas
Concurso Literário “Felipe D’Oliveira” de 1982, Prefeitura Municipal de Santa Maria (RS), menção honrosa para o conto Buenos Aires ou Joinville, que diferença faz?
Prêmio Status de Literatura Latino-Americana 1982, Revista Status (SP), finalista com a novela Movimentos automáticos
Prêmio Fernando Chinaglia de 1982, União Brasileira de Escritores (RJ), menção honrosa para o livro de contos inédito Dança de fantasmas (contos de amor)
III Concurso Literário UFSC (1982), Universidade Federal de SC, 1º lugar para os contos O caminho de volta da figueira, Um jantar no Grand Hotel e Três personagens
Concurso Estadual de Contos “Prêmio Virgílio Várzea” de 1982/83, Fundação Catarinense de Cultura (SC), 1º lugar para o livro Dança de fantasmas (contos de amor)
Prêmio Jorge Andrade de 1984, Academia Barretense de Cultura, Barretos (SP), 4º lugar para o conto O imprevisível Pavão ou A revolução vista do aeroporto
Copa de 1ª Classe, Promoção Manchete / Camel (RJ), maio de 1986, 5º lugar para o conto Galera oito
Copa de 1ª Classe, Promoção Manchete / Camel (RJ), maio de 1986, 1º lugar para o conto Galera sete
Concurso Nacional de Literatura “Cidade de Belo Horizonte” de 1986, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de BH (MG), 1º lugar para o livro de contos Relatos de sonhos e de lutas, inscrito com o título Ester
Concurso Literário Internacional Mário Quintana de 1986, Prefeitura Municipal de Alegrete (RS), 3º lugar para a crônica Galera três
Concurso Literário Internacional Mário Quintana de 1986, Prefeitura Municipal de Alegrete (RS), 2º lugar para a crônica Galera um
Concurso Literário de 1987, Academia de Letras de Viçosa (MG), premiação (sem colocação definida) para o conto Ester
Prêmio Guararapes de 1987, União Brasileira de Escritores (RJ), menção honrosa para o livro de contos inédito Relatos de sonhos e de lutas, inscrito com o títuloDez encantos
Premio Literario Plural 1987, Revista Plural (Ciudad de México), menção na categoria “premio en lengua portuguesa” para o conto Dez encantos
Concurso Nacional de Contos “Prêmio Paraná” de 1988, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, 2º lugar para o livro de contos Relatos de sonhos e de lutas, inscrito com o título Sonhos vãos, lutas vãs
Prêmio João Simões Lopes Neto de 1988, Fundação Municipal de Cultura de Pelotas (RS), 1º lugar para os contos Vôo 254, Dez encantos e A luta vã
Premio Literario Plural 1988, Revista Plural (Ciudad de México), 1º lugar na categoria “premio en lengua portuguesa” para o conto Fascínio
Prêmio Jorge Andrade de 1988, Academia Barretense de Cultura, Barretos (SP), 7º lugar para o conto Steak au poivre
Concurso Literário de São Bernardo do Campo (SP) de 1990, menção honrosa para o conto Dez encantos, com renúncia ao prêmio
Concurso Nacional de Romance 1990, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, 1º lugar para o romance Desterro, Brasil
Grande Prêmio Minas de Cultura 90, XV Prêmio Guimarães Rosa, Secretaria de Estado da Cultura de MG, 1º lugar para o livro de contos Livro de Max e de outros seres mais
Concurso Nacional de Literatura “Cidade de Belo Horizonte” de 1990, Secretaria Municipal de Cultura de BH (MG), finalista com o livro de contos Livro de Max e de outros seres mais, inscrito com o título Singelas narrativas de ambigüidades e de violências
Prêmio Bienal Nestlé de Literatura Brasileira 1991, Fundação Nestlé de Cultura, finalista com o livro de contos Livro de Max e de outros seres mais, inscrito com o título Contos quase sem sexo
Prêmio Bienal Nestlé de Literatura Brasileira 1991, Fundação Nestlé de Cultura, 2º lugar para o livro de contos Relatos de sonhos e de lutas
Premio Literario Plural 1990, Revista Plural (Ciudad de México), menção na categoria “premio en lengua portuguesa” para o conto Fragmentos (fragmento do conto A maior e mais completa e servil escravidão)
Premio Casa de las Américas 1991, Casa de las Américas (Cuba), finalista na categoria “obras de literatura brasileira” com o livro de contos Livro de Max e de outros seres mais, inscrito com o título Crônica dos tempos esquivos
5º Concurso de Contos Luiz Vilela 1991, Fundação Cultural de Ituiutaba (MG), finalista com o conto Uma grande esfera toda e sempre branca e imaculada
23º Concurso Literário Prêmio Brasília de Literatura 1991, Fundação Cultural do Distrito Federal, 2º lugar na categoria conto para o livro Livro de Max e de outros seres mais, inscrito com o título Diana nua tomando banho
Prêmio Octavio de Faria de 1993, União Brasileira de Escritores (RJ), 1º lugar e Prêmio Especial do Júri para a novela O homem que não tinha fim, inscrita com o título A realidade que ruge lá fora
Concurso de Contos Prêmio DC / Pool de Literatura 1993, Diário Catarinense, menção honrosa para o conto Guilhermando Canceira, o perfeito
Prêmio Franklin Cascaes de Literatura 1994, Fundação Franklin Cascaes (SC), 1º lugar para o conto Dia de Independência
Concurso Literário Cidade de Criciúma 1994, Prêmio Dr. Anderley Antonelli, Fundação Cultural de Criciúma (SC), 1º lugar para a crônica Nunca te vi tão formosa, Firenze
Concurso São Francisco de Contos sobre Animais 1999, Associação de Proteção aos Animais de Jacareí (SP), 5º lugar para o conto A máquina
Concurso de Contos Fantásticos, Portal O Site, Internet (www.osite.com.br), junho de 2000, 2º lugar para o conto Gafanhotos
Prêmio Franklin Cascaes de Literatura 2003, Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, 2º lugar para a crônica Verônica na Praça
Diploma de Mérito, Categoria Crônica 2005/2006 (melhor livro de crônicas), Academia Catarinense de Letras, para o livro Da importância de criar mancuspias
Prêmio “Paschoal Apóstolo Pítsica” (Medalha e Certificado Especial), Personalidade Literária do Ano de 2007, Academia Catarinense de Letras e Artes
Prêmio Cruz e Sousa 2008-2009, Fundação Catarinense de Cultura, finalista com o romance Desterro, Brasil
Edital para Aquisição de Livros – Cocali (2009), Comissão Catarinense do Livro – Fundação Catarinense de Cultura, prêmio de aquisição em agosto de 2009 para o livro de contos Relatos de sonhos e de lutas
2º Concurso de Contos ler&Cia (2009), Grupo Livrarias Curitiba, 2º lugar para o conto Meritíssimo
Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura (2009), Fundação Catarinense de Cultura e Conselho Estadual de Cultura, vencedor no Segmento Letras – Publicação o livro de teatro com a peça Se te castigo é só porque eu te amo

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